Aprendi, desde os primeiros atendimentos, que o encantamento não depende de desenhar processos nem de seguir a tendência do momento. Encantar alguém tem a ver com um comportamento sincero de se comprometer e de oferecer a essa pessoa um momento único.
A tecnologia ajuda, e vai ajudar cada vez mais, mas é meio. Nas situações que pedem empatia, compreensão e criatividade, o que decide é a postura de quem atende. Postura é escolha, e o livro trata dessa escolha.
Do outro lado da mesa, da linha ou da mensagem há sempre uma pessoa. O livro parte da arte de ouvi-la.